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Ofícios da Terra | Os ofícios da terra são atividades e saberes tradicionais voltados à produção agrícola e ao cotidiano no meio rural. Envolvem o domínio das técnicas manuais e o uso intensivo de recursos naturais para garantir a autossuficiência da vida rural e a extração de riquezas. Esses ofícios transformam matérias-primas como ferro, madeira, couro, argila e fibras […] |
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Ofícios do Fio e do Tecido | Os Ofícios do Fio e do Tecido englobam as atividades de fiação e tecelagem, práticas milenares voltadas à produção de fios e tecidos. Essas tarefas envolviam quatro etapas principais: preparação das fibras, fiação, tecelagem e acabamento. No Brasil do século XIX, predominava o uso do algodão, originando o tradicional Pano de Minas. O trabalho manual […] |
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Ofícios da Conservação e Transformação dos Alimentos | Os ofícios de conservação e transformação dos alimentos compreendiam um conjunto de saberes e práticas fundamentais que se desenvolveram nos contextos rural e urbano do Brasil pré-industrial. Voltados à conversão de matérias-primas em produtos consumíveis e à preservação de sua durabilidade, esses ofícios garantiam o sustento e o abastecimento das comunidades, sobretudo em regiões onde […] |
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Ofícios do Couro | Os Ofícios do Couro reúnem atividades manuais voltadas à transformação e uso do couro animal. Incluem o Curtidor, que processa o couro cru, e o Seleiro, que fabrica selas, cabrestos e bruacas usados na pecuária. Esses ofícios combinam saberes sobre couro, madeira e metal, especialmente na confecção das selas. Também produzem roupas protetoras de vaqueiros, […] |
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Ourivesaria e Lapidação | Os ofícios da lapidação e da ourivesaria traduzem o encontro entre arte, técnica e precisão, revelando o valor simbólico e material das pedras e dos metais ao longo da história. No Brasil, esses saberes floresceram a partir do ciclo do ouro e dos diamantes, especialmente nas regiões mineradoras, onde artesãos desenvolveram ofícios refinados de transformação […] |
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Ofícios da Cerâmica | Os ofícios da cerâmica expressam a harmonia entre arte, técnica e natureza, revelando o domínio humano sobre a terra e o fogo. Desde os primeiros grupos indígenas até as manufaturas coloniais e contemporâneas, a cerâmica tem sido essencial para a vida cotidiana e simbólica no Brasil. Esses saberes envolvem a transformação do barro em utensílios, […] |
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Ofícios da Madeira | Os ofícios da madeira são centrais na história do trabalho e da cultura. No Brasil, incorporaram influências indígenas, portuguesas e africanas. Esses ofícios utilizavam ferramentas como plainas, formões e serras. Demonstram o domínio técnico e a habilidade dos mestres de |
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Ofícios da Mineração | A mineração, especialmente do ouro, foi central para Minas Gerais desde o final do século XVII, impulsionando a metalurgia e a urbanização. Inicialmente, usavam-se ferramentas simples e mão de obra escravizada para extração de aluviões. Com o esgotamento do ouro superficial, o trabalho tornou-se subterrâneo, mais árduo e insalubre. No século XIX, a mineração se […] |
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Ofícios do Fogo | Os Ofícios do Fogo englobam atividades que usam o fogo para transformar metais, como ferreiros e fundidores. Foram essenciais desde os engenhos de açúcar até a mineração em Minas Gerais. Permitiram moldar ferramentas, armas e utensílios, destacando-se a fundição do ferro. Muitos conhecimentos técnicos vieram da matriz africana, preservados por pessoas escravizadas e descendentes. |
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Jardim das Energias | A coleção mostra o uso da energia hidráulica, da tração animal e da força humana no trabalho. Revela conexões entre força, ferramentas, artes e ofícios. Destaca como diferentes sociedades utilizaram essas energias para realizar tarefas e impulsionar suas atividades cotidianas. |
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Ofícios do Comércio | O Comércio de bens e gêneros os mais diversos alimentava o desenvolvimento das cidades e pequenas povoações. Balanças das mais diversas formas eram objetos garantidos nas maiorias das vendas e comércios, até mesmo ambulantes e tropeiros faziam uso delas. |
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Ofícios Ambulantes | Os ofícios ambulantes eram exercidos por trabalhadores que vendiam produtos ou serviços nas ruas e feiras, sem ponto fixo. Incluíam figuras como o mascate, o lambe-lambe e o barbeiro-dentista. Esses profissionais levavam bens e saberes acessíveis à população. Suas práticas marcavam o ritmo das cidades e vilarejos, integrando economia e cultura popular. |