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Espingarda de antecarga
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Metadados
Miniatura
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Número do Objeto
1771
Denominação
Título
Espingarda de antecarga
Classe
Localização
Período
Origem
Dimensões (cm)
20,00 x 100,00 x 9,00
Descrição
Espingarda de cano único, fixada a um cabo de madeira. No meio do corpo da arma, um aro metálico ajuda a prender o cano ao cabo. Na parte da frente, há uma vareta de ferro, encaixada por baixo do cano, usada para empurrar a pólvora para dentro.O sistema de disparo fica no centro da arma e funciona com uma alavanca que aperta uma mola e um pino com parafuso. Esse pino é puxado para trás e lançado para frente quando o gatilho é acionado. O gatilho fica protegido por uma alça curva, localizada na parte de baixo da espingarda. O cabo é de madeira, mais largo e achatado nas laterais. Possui um recorte curvo na parte de cima, uma alça de cobre na parte inferior e, na ponta, é reforçado com uma placa de ferro.
Artista/Criador
Não Especificado
Informações de uso
Caça de subsistência — abatendo animais como aves, porcos-do-mato, tatus, etc.
Defesa pessoal e territorial — especialmente em áreas rurais e sertanejas isoladas.
Uso militar e de milícias locais — em tempos coloniais e imperiais, era comum seu uso por guardas civis, tropas auxiliares e jagunços.
Festas tradicionais — Em algumas regiões espingardas antigas são usadas em festividades como o reinado, congadas e folguedos, carregadas com pólvora seca para produzir som.
Modo de carregamento (antecarga):
Colocava-se pólvora negra no cano pela boca.
Introduzia-se o projetil (chumbo ou bala).
Adicionava-se um chumaço de tecido ou papel para compactar.
O cano era fechado com um soca-pólvora.
A ignição era feita por pederneira, isqueiro de roda, ou mais tarde por espoleta de percussão.
Marcas e Inscrições
Junto ao dispositivo de armação: iniciais "GR" coroadas por uma coroa e "TOWER".
Forma de Aquisição
Referências Bibliográficas
Livro: "Armas de fogo no Brasil", de Sérgio Pereira Couto

